É importante começar por reconhecer a diferença entre um logo e uma marca. A maior parte das empresas passam demasiado tempo a trabalhar o logo e muito pouco tempo a moldar a marca.

Ter uma marca significa ter feito uma promessa. Essa promessa é depois convertida em expectativas. Expectativas essas que a sua marca terá de exceder em cada experiência. 

Se a promessa da marca for distinta, cria enorme valor. Se não for, a sua marca está no mundo das commodities (bens comuns, sem diferenciação) e nunca conseguirá criar margens significativas. Irá passar o resto da sua vida a competir num mercado em que só o preço importa e quem tem o preço mais baixo ganha.

O valor de uma marca é intangível mas poderá ver-se com o extra que poderá cobrar em relação à competição. Se o comprador não estiver disposto a pagar extra você não tem uma marca… tem um logo.

Quando falamos em estratégia de marca não estamos a falar só do logo, slogan, publicidade, mas sim (e principalmente) sobre a substância da marca. O seu ADN. Os princípios e valores que guiam o dia-a-dia da empresa, dos produtos, dos colaboradores. Por isso achamos que um dos bens mais preciosos no desenvolvimento de uma marca é a Cultura de Marca. 

Importantes são também os ideais partilhados com o cliente que acabam por formar uma ligação emocional difícil de quebrar.  

Estes ideais partilhados com os seus clientes são moldados ao longo de diversas experiências e atividades. A percepção do cliente é influenciada através de sinais colocados no mercado de forma coordenada, estratégica e sempre com propósito e objetivos bem definidos.  

Uma marca é um atalho para “o que é que devo esperar da próxima” 
Uma marca não se cria sem a confiança do mercado. Não se cria sem a partilha de valor. Construir uma marca é sempre um investimento a longo prazo sendo os ingredientes principais a paciência, dedicação e persistência.